Um levantamento do Transfermarkt revelou que sete jogadores da Seleção Brasileira tiveram aumento em seu valor de mercado durante a primeira fase da Copa do Mundo. O desempenho ofensivo do time, comandado por Carlo Ancelotti, foi determinante para essa valorização, especialmente entre os atacantes.
O valor total do elenco brasileiro subiu de 821 milhões de euros (cerca de R$ 5,25 bilhões) no início do torneio para 928,3 milhões de euros (aproximadamente R$ 5,94 bilhões) atualmente. Entre os atletas que mais se destacaram estão Rayan, Igor Thiago e Endrick, todos com menos de 25 anos.
Rayan, atacante do Bournemouth, foi o que mais ganhou valor, passando de 40 milhões para 60 milhões de euros (de R$ 256 milhões para R$ 384 milhões), um aumento de 20 milhões de euros (R$ 128 milhões). Ele assumiu a titularidade na vitória por 3 a 0 contra a Escócia após entrar no segundo tempo diante do Haiti.
Igor Thiago, do Brentford, teve seu valor elevado de 50 milhões para 65 milhões de euros (de R$ 320 milhões para R$ 416 milhões), um crescimento de 15 milhões de euros (R$ 96 milhões). O centroavante foi titular na estreia da Seleção, no empate por 1 a 1 com Marrocos.
Especialistas destacam que a participação em uma Copa do Mundo acelera o reconhecimento internacional dos jovens atletas, elevando seu status e potencialmente aumentando o custo de suas renovações contratuais. A exposição diante de clubes e investidores durante o torneio é um fator-chave para essa valorização.
Pedro Weber, especialista em negócios esportivos, ressalta que o Brasil foi uma das seleções que mais se valorizou na primeira fase, principalmente devido ao desempenho de Rayan, Endrick e Igor Thiago, que podem continuar crescendo no mercado internacional após o Mundial.
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