O presidente da FIFA, Gianni Infantino, fez uma declaração irônica sobre a ausência da Itália na Copa do Mundo de 2026 durante uma entrevista antes da abertura do torneio. Ao ser questionado sobre a possibilidade de ampliar a competição para 64 seleções na edição de 2030, Infantino mencionou a seleção italiana como exemplo.
Infantino destacou que a FIFA ainda precisa avaliar os resultados da primeira Copa com 48 participantes, que será realizada em 2026, antes de avançar para qualquer nova mudança no formato. Ele afirmou que, apesar do aumento no número de seleções, o número de partidas não aumentaria significativamente, mas haveria maior envolvimento global.
Ao falar sobre a Itália, que ficou fora da Copa pela segunda vez consecutiva, o dirigente brincou: "Vamos ver se a Itália se classifica com 64 seleções, ou talvez eu tenha que colocar 208 para ver se ela se classifica". A declaração repercutiu rapidamente, dada a tradição da Azzurra, tetracampeã mundial.
A ausência italiana em 2026 chama atenção pelo histórico da equipe, campeã em 1934, 1938, 1982 e 2006. A seleção foi eliminada nas eliminatórias após perder nos pênaltis para a Bósnia, repetindo o cenário de 2022, quando também não se classificou para o Mundial.
A fala de Infantino reacende o debate sobre a expansão da Copa do Mundo. A FIFA já confirmou o aumento para 48 seleções em 2026 e agora avalia a possibilidade de uma edição especial com 64 países para comemorar os 100 anos do torneio em 2030.
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