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Quando ser “muito magra” volta a ser tendência: o alerta sobre a nova era da hipermagreza - Portal Leo Dias

As informações reunidas indicam que redes sociais, padrões estéticos e medicamentos para perda de peso reacendem o debate sobre os riscos físicos e emocionais da busca pela magreza extrema.

Por • 13/08/2026 00:41 • 2 min de leitura
Quando ser “muito magra” volta a ser tendência: o alerta sobre a nova era da hipermagreza - Portal Leo Dias

As informações reunidas indicam que redes sociais, padrões estéticos e medicamentos para perda de peso reacendem o debate sobre os riscos físicos e emocionais da busca pela magreza extrema.

Também chama atenção o fato de que a valorização de corpos extremamente magros volta a ganhar espaço nas redes sociais e no universo das celebridades, reacendendo discussões sobre pressão estética, uso indiscriminado de medicamentos para emagrecimento e riscos nutricionais, especialmente entre adolescentes e jovens adultos.

Outro ponto do caso é que quem acompanha o universo da moda e do entretenimento sabe que o corpo feminino idealizado muda ao longo das décadas. Nos anos 1950, curvas como as de Marilyn Monroe eram símbolo de beleza. Já nos anos 1990 e início dos anos 2000, a estética conhecida como “heroin chic” dominou campanhas publicitárias, passarelas e revistas.

Modelos como Kate Moss se tornaram ícones dessa era, e a influência ultrapassou as passarelas, atingindo milhões de adolescentes que cresceram acreditando que “quanto mais magra, melhor”.

Duas décadas depois, observamos um movimento preocupante: a revalorização da magreza extrema, agora impulsionada por filtros, algoritmos e medicamentos para rápida perda de peso.

Se antes as referências vinham das revistas mensais, hoje elas aparecem 24 horas por dia no TikTok, Instagram e YouTube. Vídeos com rotinas alimentares restritivas, desafios de emagrecimento e comparações corporais acumulam centenas de milhões de visualizações.

A geração mais nova é particularmente vulnerável porque:.

O resultado é o aumento de comportamentos de risco, como dietas extremamente restritivas, jejum prolongado sem acompanhamento e uso de medicamentos sem indicação médica.

Os medicamentos análogos do receptor de GLP-1 (como semaglutida e tirzepatida) revolucionaram o tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Em pacientes com indicação clínica precisa, trazem benefícios fundamentais para a saúde metabólica, controle glicêmico e redução de riscos cardiovasculares.

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